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7 curiosidades sobre cremação

7 Curiosidades sobre Cremação

As melhores curiosidades que você ainda não sabe sobre cremação

A cremação já era uma prática comum no período antes de Cristo. Atualmente, alguns países dão esse destino a quase 100% dos seus mortos. No Brasil, por outro lado, ainda é um costume que possui bastante espaço ara crescimento, apesar de ter sido mais aderido com o passar dos anos, por aqui a média de mortos que são cremados é de 1,5%.

Muitas curiosidades cercam essa prática tão antiga, como os diferentes pontos de vista das religiões, e os motivo que levam um país a praticá-la mais que outros. Além disso, sabia que a cremação é amiga do meio ambiente e mais econômica? Para ficar por dentro dessas e de outras curiosidades sobre o serviço de cremação, acompanhe o texto!

1 – A cremação já existe há muito tempo

O cerimonial de cremação é uma prática que resiste há milhares de anos e cada vez vem sendo mais aderida por diferentes culturas, mudando a opinião até mesmo da Igreja Católica.

Estima-se que os gregos já realizam a cremação em 1.000 a.C e os romanos, em 750 a.C. Por lá, cremar os corpos era símbolo de nobreza.

2 – Há países que cremam quase 100% dos mortos

O país que mais pratica a cremação é o Japão. A expectativa é que por lá 99,9% dos falecidos tem seus corpos cremados e não sepultados.

Nos Estados Unidos, a média de cremação é de 37%, possuindo a quantidade significativa de 2.100 crematórios. No estado da Califórnia, por exemplo, essa média pode chegar 80%. Lugares como Inglaterra, Hong Kong, Índia e Canadá também têm números expressivos de cremados.

3 – As religiões veem a cremação de maneiras diferentes

O islamismo, candomblé e judaísmo têm em comum o posicionamento sobre a cremação: Para essas religiões, a cremação é proibida, pois acreditam que o corpo deve retornar à terra.

Já o budismo e a hinduísmo colocam a cremação como prática obrigatória, pois creem que assim a alma é purificada e se liberta do corpo. Por isso, China, Japão e Índia, locais influenciados por essas religiões, têm grande adesão. Tais religiões também acreditam que o fogo induz o sentimento de desapego do espírito, contribuindo para sua passagem ao novo mundo.

Já o espiritismo solicita que espere entre dois e três dias para o processo de cremação, pois creem que seja o tempo necessário para que o espírito se desvincule totalmente do corpo físico e desencarne. Esse tempo corrobora com as leis do Brasil, onde é determinado que se espere 24 horas após a morte para que um corpo seja cremado, entre outras determinações.

Para o catolicismo, a prática foi um tabu até meados da década de 60, década em que sua proibição foi abolida pela Igreja Católica. O que pode ser considerado um dos motivos para a cremação não ser típico no Brasil.

4 – A geografia influencia na escolha pela cremação

Não apenas a religião tem peso na porcentagem de cremados de cada país. Países com pouca extensão de terra acabam sendo “obrigados” a optarem pela cremação, como é o caso do Japão, já influenciado pela religião, Inglaterra e Hong Kong.

Esse pode ser considerado outro motivo para que a prática ainda não seja comum no Brasil. Embora essa realidade esteja mudando em alguns lugares por aqui, principalmente metrópoles, o Brasil é um país com território extenso.

5 – A cremação não prejudica o meio ambiente

A conservação ambiental é um tema em pauta há anos e cada vez menos é possível fugir dessa responsabilidade individual e coletiva. Optar pelo serviço cremação é uma forma de ser amigo do meio ambiente.

Assim como é conivente do urbanismo, uma vez que ocupa ainda menos espaço que os já benéficos cemitérios verticais, também é 100% livre de qualquer possibilidade de contaminar lençóis freáticos ou liberar qualquer poluição, o que protege o meio ambiente e consequente a saúde pública, evitando possíveis infecções pelo consumo de água contaminada, por exemplo.

Nem mesmo quando as cinzas dispersas na água ou “plantadas”, elas emitem qualquer poluição. Toda substância prejudicial emitida pelo corpo fica retida nos filtros de ar no momento da cremação.

5 – Sim, é econômica!

Existe muitas formas de economizar com o sepultamento. Uma delas, pode ser escolhendo a cremação ao invés do enterro, a vantagem depende da realidade de cada família.

O valor cremação varia de acordo com algumas escolhas e com a antecedência em que o serviço é contratado. De forma geral, não há custo com a compra de jazigo e despesas de manutenção.

Além de ser mais prática, uma vez que dispensa visitas ao cemitério. As cinzas recebidas podem ter o destino que a família julgue o mais adequado. Desde mantê-la no columbário ou algum local religioso, até guarda-las dentro da urna em casa ou dispersá-las em algum lugar significativo. 

Apesar de “o que fazer com as cinzas” ser um dúvida frequente, existem inúmeras alternativas.

6 – Urnas funcionais para as cinzas

Duas das opções o que fazer com as cinzas envolvem urnas diferentes. Uma é a urna hidrossolúvel, em que pode ser jogada ao mar com as cinzas dentro, pois ela afundará e será dissolvida de maneira ecológica.

A outra é a uma chamada bio-urna, em que é possível colocar as cinzas e plantar uma semente, com o tempo, as cinzas acabam se tornando parte da planta.

7 – Documentação especial para cremação

O mais recomendado é que a pessoa que deseje ser cremada faça um documento registrado em cartório para manifestar essa vontade. Se isso não for feito, é necessária a autorização de um parente e presença de testemunhas. Em ambos os casos é necessária, também, uma declaração de óbito assinada por dois médicos.

Em caso de morte violenta, uma permissão judicial é indispensável entre a documentação de cremação.

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2021-01-21T16:11:18-03:00
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