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Cuidados com cachorros: 19 dicas de saúde para seu pet

Cuidados com cachorros: 19 dicas de saúde para seu pet

O bem-estar físico e mental compõem os cuidados com cachorros que todo tutor deve ter. Com a rotina corrida dos tutores, muitos pets desenvolvem estresse e comportamentos indesejados, como roer, latir incessantemente e fazer xixi fora do lugar.

Para cuidar da saúde mental do pet, é importante entender o comportamento do animal e organizar a rotina para que ele se sinta bem e tenha suas necessidades atendidas. Por exemplo, animais agitados precisam de exercício e atenção. Isso pode ser compreendido com passeios longos, dias em creches ou escolinhas, momentos de brincadeira antes do período sozinho e brinquedos interativos.

Os brinquedos interativos têm o intuito de entreter o pet enquanto o tutor não está em casa ou não pode brincar. Além de distrair, eles colaboram para a prática de atividade física do seu pet.

Você sabe quais são os cuidados com animais mais importantes? O número de pessoas que adotam um bichinho de estimação tem crescido de maneira exponencial nos lares brasileiros. Um dos fatores que tem estimulado tamanho interesse por animais domésticos decorre exatamente da possibilidade de serem criados em espaços reduzidos.

Leais, parceiros, brincalhões, esses anjinhos de quatro patas são a alegria de muitas famílias. Porém, todo esse amor que nos é proporcionado precisa ser retribuído com cuidados básicos que promovam a qualidade de vida e o bem-estar desses adorados peludos.

Por isso, neste texto, vamos destacar algumas práticas essenciais para que você possa prestar os cuidados necessários à manutenção da saúde do seu pet. Acompanhe a leitura na íntegra e descubra tudo isso!

1. Alimentação e cuidados com cachorro

A alimentação do pet é um cuidado que deve começar quando ele ainda é um filhote. Entre 6 e 8 semanas de vida o processo de desmame deve ser iniciado e a ração sólida introduzida gradativamente na alimentação do animal. Ofereça apenas ração de filhote para cães até 1 ano de idade.

Durante esse período, também é importante fracionar e oferecer refeições entre 4 e 5 vezes ao dia. Isso é importante porque você ajuda o animalzinho a manter o nível de glicose no sangue, evitando crises de hipoglicemia.

Cães adultos e idosos devem ser alimentados com as rações específicas para sua faixa etária e porte. Além disso, existem os alimentos sólidos e úmidos medicamentosos, desenvolvidos especialmente para auxiliar na saúde do animalzinho. Para uma alimentação mais completa, prefira a ração Super Premium. Mais rica em proteína de origem animal, é formulada com ingredientes selecionados e funcionais.

Importante! Ofereça a porção indicada na embalagem da ração para o peso do seu animal. Ao aumentar a quantidade, você pode colaborar para um quadro de sobrepeso e obesidade no cachorro. Essas condições podem colaborar e agravar diversas doenças.

2. Bebeu água?

O potinho de água do seu cachorro está cheio? É muito importante manter o bebedouro do pet sempre abastecido com água fresca.

Também é aconselhado realizar a limpeza do pote de água do cachorro diariamente para remover impurezas que podem fazer mal para seu pet.

3. Cuidados com o pelo

Os cuidados com cachorros também passam pela atenção à pelagem do animal. Escove seu bichinho pelo menos uma vez por semana para manter os pelos hidratados e ainda evitar a queda excessiva. Cães de pelos longos exigem maior frequência na escovação. Utilize escovas e rasqueadeiras para pet.

Além da escovação, outro cuidado é muito importante para o pelo e a pele do seu animal. O banho do cachorro deve acontecer apenas com produtos específicos para pets, como shampoos, condicionadores e colônias. Nunca utilize produtos de uso humano, pois podem intoxicar e dar alergias no seu cachorro.

Após o banho com produtos da linha pet, seque completamente o pelo do seu cachorro com toalha e secador de cabelo. Aproveite o banho para cuidar dos ouvidos, olhos e da higiene bucal do pet. Mais uma vez, use apenas produtos veterinários, como: escova de dentes, creme dental pet e produtos para a limpeza dos olhos e ouvidos.

4. Doenças de cachorro

Cada raça de cachorro possui necessidades específicas e também são propensas a desenvolver certas doenças. Por isso, antes de escolher uma raça para ter em casa, pesquise muito e entenda todas as características comportamentais e de saúde.

Algumas raças possuem propensão para obesidade, por isso os tutores devem redobrar a atenção e evitar petiscos fora de hora. Outras raças são mais propícias às lesões ósseas, por exemplo, exigindo cuidados especiais com pisos muito lisos

Além disso, o comportamento muda de uma raça para outra, fazendo com que alguns animais sejam mais adequados para o convívio com crianças, outros não ficam bem sozinhos e existem ainda aqueles que exigem muita atividade física. O tutor precisa conhecer muito bem a raça do seu animal e preparar formas de oferecer mais saúde e bem-estar para ele.

5. Prepare a casa para o pet

Evitar acidentes também um dos cuidados com cachorros necessários para manter a saúde e o bem-estar. Prepare sua casa ou apartamento antes de receber o animalzinho. Telas podem ser instaladas em janelas e varandas para evitar quedas. Elas também podem ser usadas em portões que dão diretamente para a rua para evitar fugas.

Portões para cachorro e cercados são ótimos para limitar o acesso do animal em alguns cômodos, como cozinha ou garagem. Aposte em tapetes para evitar escorregões e lesões em casas com pisos muito lisos. Retire medicamentos e plantas do alcance do animal, eles podem intoxicar o bichinho e levar à óbito.

6. Vacinação anual

vacina e cuidados veterinários com cachorro

Cães adultos devem ser vacinados todos os anos com as vacinas V10 ou V8. Elas protegem o cachorro contra cinomose, parvovirose, leptospirose e outras enfermidades graves que podem levar o animal à óbito. Outra vacina que deve ser realizada anualmente é a Antirrábica. Ela imuniza contra a Raiva, uma doença grave que pode ser transmitida para humanos.

Além dessas duas aplicações fundamentais para manter os cuidados com cachorros sempre em dia, ainda existem vacinas para verminoses, gripes, entre outras doenças. Consulte um médico veterinário e siga a indicação do protocolo de imunização

7. Vermífugos

Alguns medicamentos devem ser usados periodicamente no seu cachorro. Um caso muito importante é o vermífugo. Esses remédios eliminam vermes que podem gerar diversas doenças no seu cachorro. O animal contrai vermes principalmente em passeios na rua, mas mesmo aqueles que não saem de casa devem ser medicados. A transmissão também pode acontecer através de alimentos ou mesmo se ele lamber ou comer algo do chão.

Os vermífugos possuem posologias diferentes que variam de acordo com o peso do cachorro, por isso procure um médico veterinário para definir qual o período, a dosagem e o vermífugo ideal para seu pet.

8. Antipulgas e remédio para carrapato

Os cuidados com a saúde também incluem o uso frequente de antipulgas e remédio para carrapatos. Esses medicamentos são responsáveis por deixar seu pet livre de pulgas, carrapatos, piolhos e mosquitos, evitando diversas doenças.

Disponíveis no formato de coleiras, pipetas, sprays e até medicamentos orais, os antipulgas possuem períodos de atuação diferentes. Converse com seu veterinário e defina o que funciona melhor para seu pet.

9. Cuidados com cachorros filhotes

alimentação e cuidados com cachorros

Filhotes exigem cuidados especiais dos seus tutores. Entre os mais importantes está o protocolo de vacinação que é diferenciado dos adultos.

A vacina V10 ou V8, que protege o cachorro contra cinomose, parvovirose, leptospirose e outras doenças, deve ser aplicada em 3 doses. A primeira por volta dos 60 dias de vida, a segunda entre 81 e 90 dias e a última entre 111 e 120 dias de vida. Além disso, todo filhote deve ser imunizado com uma dose única de Antirrábica. Filhotes podem passear na rua ou ter contato com outros cães apenas após 10 dias da última dose das vacinas, quando estarão completamente protegidos.

Após completar 1 ano de idade as vacinas V10/V8 e Antirrábica devem ser repetidas anualmente.

Cuidado Com o Estresse

1. Mantenha a higiene em dia

Os cuidados com cães e gatos vão muito além de proporcionar-lhes água e comida. É importante adotar cuidados com a higiene desde muito cedo. Os primeiros banhos podem ser dados a partir de um mês de vida. Nesse processo, recomenda-se sabonetes e shampoos específicos.

Durante o inverno, a frequência de banhos pode ser mais espaçada. Porém, isso não impede que a higienização seja feita com toalhas umedecidas, sprays específicos para as partes íntimas, patas e região dos olhos.

A limpeza dos dentes deve ser estimulada desde cedo, para que se acostumem com a escovação. Para os filhotes, envolver o dedo com um pano macio limpo ou uma fralda e limpar a gengiva do animal. Há no mercado escovas e cremes dentais próprios para isso. A frequência de escovação deve ser diária para evitar o acúmulo de tártaro e problemas na gengiva.

A higiene dos ambientes também deve ser observada. Recomenda-se, caso você tenha um gatinho, que a areia da caixa seja seja limpa diariamente e trocada toda semana ou conforme necessidade (no caso de possuir mais de um felino). Do mesmo modo, considere a possibilidade de contratar uma empresa para dedetizar sua casa. Isso pode prevenir a proliferação de parasitas como pulgas, por exemplo.

2. Faça passeios regularmente com o pet

Quem não gosta de aproveitar os dias ensolarados para dar um passeio com o cãozinho? Mais do que ter momentos de descontração na companhia de um amigo fiel, estamos falando de uma oportunidade única de proporcionar aos animais o contato com outros da mesma espécie.

De quebra, tanto o tutor quanto o pet podem usufruir de um momento para praticar um pouquinho de exercício físico. Há grupos criados especialmente para passeios e troca de informações sobre animais de estimação. Além de poder estar em contato com pessoas que tenham o mesmo interesse, poderá trocar informações sobre as novidades do mundo pet.

3. Disponibilize brinquedos que o cão ou o gato gostem

Estimular seu amiguinho a fazer um pouco de movimento proporciona uma série de benefícios para a saúde e o bem-estar dele. Quem tem gatos em casa sabe que os bichanos passam grande parte do dia dormindo. A fim de quebrar essa preguicinha, podemos utilizar alguns brinquedinhos como bolas coloridas, ratinhos e arranhadores.

Caso você seja um dono de gato antenado em questões ambientais, poderá optar por confeccionar os brinquedos com materiais recicláveis como garrafas pet, por exemplo. Caso queira ficar um pouco mais informado sobre o assunto, saiba que existem muitos vídeos no YouTube e artigos em blogs especializados que dão dicas interessantes sobre o assunto.

4. Dedique um momento do dia para interagir com o animal

Apatia, perda de pelos e falta de apetite podem ser sintomas de depressão. Sabe qual o remédio para tudo isso? A resposta consiste em você dedicar tempo necessário para interagir com o animal. Afinal, eles são tão fofos que isso não será nem um pouco custoso, não é mesmo?

Ainda que você tenha uma rotina bastante corrida, precisa organizar sua agenda para dedicar alguns minutinhos do seu dia àquele que fica à sua espera e faz uma festa com a sua chegada. Pegue no colo, faça carinho, escove o pelo, brinque com uma bolinha, seja qual for a maneira, trata-se de um gesto simples e costuma ser muito gratificante.

5. Organize objetos e itens da casa de acordo com a idade do pet

Os animais, ainda que estejam em idade adulta, precisam de um ambiente seguro. Nesse contexto, é importante organizar os itens da casa para evitar acidentes. Com vistas a evitar intoxicações por ingestão de substâncias nocivas à saúde, acondicione produtos de limpeza, cosméticos e medicamentos em locais específicos e fora do alcance dos animais.

Objetos cortantes e ferro de passar roupas precisam ficar devidamente guardados em locais onde o animal não possa circular. Outro aspecto importante a ser destacado consiste no processo de educação do animal. Procure acostumá-lo desde cedo a não frequentar ambientes sem a sua supervisão, como a cozinha da sua casa.

Ao adotar essas pequenas práticas, você reduzirá de forma importante a possibilidade de acidentes com o seu bichinho.

6. Ofereça uma alimentação balanceada e de qualidade

Olhos expressivos, pelagem brilhante e muita disposição para brincar com a criançada são sinais claros de que seu animal está em plena forma. Um dos fatores que contribui para toda essa alegria está em proporcionar ao seu mascote uma alimentação balanceada.

A escolha do tipo de alimentação é um passo fundamental e requer a orientação de um médico veterinário nutrólogo. Nesse contexto, alguns fatores como peso, idade, se apresenta alergias, problemas cardíacos, renais, ou alterações de locomoção, precisam ser considerados antes de fazer a escolha do cardápio.

A alimentação natural está ganhando muitos adeptos, pois, em comparação com as rações industrializadas, apresenta propriedades que suprem de forma efetiva as carências nutricionais dos animais. Além disso, não tem substâncias químicas como aditivos e conservantes, muitas vezes nocivos à saúde.

Por isso, considere a possibilidade de adotar a alimentação natural para a dieta do seu bichinho. Para tanto, procure a orientação de um veterinário, ok?

7. Consulte periodicamente o veterinário

Desenvolver o hábito de levar seu pet ao veterinário é importante para a saúde dele. Geralmente, tutores postergam tal evento por entenderem que o deslocamento acaba estressando o bichinho. Todavia, essa crença pode ser bastante prejudicial para a saúde de cães e gatos.

Os filhotes precisam consultar mensalmente, durante os seis primeiros meses de vida. Isso é importante para acompanhar o desenvolvimento do animal e aplicar as primeiras vacinas.

Quando adultos, a partir dos sete meses, precisam ser submetidos às consultas anualmente. Nessas ocasiões, é feita uma avaliação clínica, bem como o reforço das vacinas.

Idosos, a partir dos 7 ou 8 anos, precisam visitar o médico veterinário a cada 6 meses. A avaliação clínica, exames de sangue, urina e, quando necessário, exames específicos como eletro e ecocardiograma, radiografias, ultrassom, entre outros.

Portanto, não perca de vista a importância de proporcionar ao seu animal um acompanhamento médico frequente e adequado às necessidades dele.

8. Fique de olho no cuidado com animais durante o inverno e o verão

Assim como os seres humanos, animais sofrem os efeitos das alterações climáticas. Por isso, precisamos ter atenção a tais eventos e adotar alguns cuidados, principalmente, nas épocas mais frias. Os cuidados precisam ser dobrados caso seu pet seja filhote ou idoso. Veja algumas práticas que podem ser aplicadas:

  • utilize roupinhas quentes;
  • disponha cobertores nos locais onde o pet costuma dormir;
  • faça passeios em horários mais quentes;
  • procure secar a pelagem após o banho;
  • consulte um veterinário para fazer uma suplementação alimentar.

9. Promova adaptações de segurança na sua casa

A segurança do seu pet precisa ser garantida e, para isso, bastam apenas alguns cuidados. Caso você more em um apartamento com sacada, é importante providenciar uma tela antiqueda. Nas regiões onde há escadas, instale uma grade de isolamento que precisa levar em conta o tamanho do seu bichinho.

Do mesmo modo, embora sejam ótimas opções de decoração e proporcionem a purificação do ar, algumas espécies de plantas podem ser nocivas à saúde de cães e gatos. Caso pretenda fazer um jardim na sua casa, procure evitar as seguintes espécies:

  • antúrio;
  • azaleia;
  • babosa;
  • comigo-ninguém-pode;
  • copo-de-leite.

10. Mantenha em dia a documentação do seu pet

Reservar um cantinho para acondicionar a documentação do seu animalzinho poderá fazer a diferença em duas situações. A primeira diz respeito às emergências médicas. Dependendo do quadro clínico do animal, minutos podem fazer a diferença para que o diagnóstico seja rápido e uma intervenção adequada seja implementada.

Para tanto, você precisa ter ao alcance o máximo de informações sobre histórico médico, receitas, exames recentes, carteira de vacinas, entre outros dados que podem facilitar o diagnóstico por parte do veterinário.

A outra, por sua vez, consiste em ter as informações necessárias para poder embarcar para uma viagem com seu pet. Seja de avião ou de ônibus, precisamos apresentar alguns documentos. O ideal é entrar em contato com a empresa assim que agendar sua viagem, para verificar quais são os documentos exigidos.

Para vôos internacionais é preciso se programar com muita antecedência ( minimo de 6 meses). Além disso, vale destacar a importância de observar a legislação, pois essa é diferente para cada país.

Agora que você já está por dentro das melhores práticas de cuidado com animais domésticos, você está pronto para adotar um novo membro para sua família. Ter um bichinho em casa trará experiências marcantes e deixará sua casa repleta de boas energias. Não perca tempo e encha sua casa de luz, adotando agora mesmo um novo amigo!

Fonte: Cobasi e Ative Pet

2021-08-13T11:27:06-03:00